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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Aokigahara (青木ヶ原) A florestas dos suicidas no Japão 



Aokigahara (青木ヶ原), também conhecida como Mar de Árvores (樹海) é um floresta calma que fica localizada na base do Monte Fuji, Japão. É o segundo lugar no mundo em número de suicídios, perdendo somente para a ponte Golden Gate. Acredita-se que todos os anos mais de 100 pessoas tiram suas próprias vidas no local. Existem pessoas que fazem varreduras pela floresta em busca de corpos, e encontram entre 70 a 150 esqueletos todos os anos. A maioria das mortes é por enforcamento e alguns deixam cartas de despedida ou alguma maldição.
A floresta contém um grande número de rochas e cavernas de gelo, alguns dos quais são pontos turísticos populares. Devido à densidade das árvores, que bloqueiam o vento, e à ausência de vida selvagem, Aokigahara é conhecida por ser estranhamente silenciosa.
O solo da floresta é principalmente composto por rocha vulcânica, sendo difícil penetrá-la com ferramentas manuais, como pás. Existem diversas trilhas não oficiais que são geralmente usadas para a "caça ao corpo",nota 1 que acontece com certa regularidade feita por voluntários locais. Nos últimos anos, excursionistas e turistas começaram a marcar os caminhos por fita plástica de modo a poder encontrar novamente a mesma trilha, existe também a hipótese de isso ser feito por suicidas indecisos, que avançam para trilhas secundárias pensando em cometer o ato.4 Embora os oficiais as removam de tempos em tempos, para evitar o depósito de lixo na floresta, muitos turistas continuam deixando-as nas árvores. Grande parte das marcações encontra-se espalhada por todo o primeiro quilômetro da floresta, passando pelas trilhas que levam aos pontos turísticos, como a Caverna de Gelo e a Caverna do Vento.nota 2 Depois desses pontos, a floresta está mais próxima da sua condição original, com poucas trilhas e sem sinais óbvios da presença de pessoas.

O governo na tentativa de frear o número de mortes, parou de divulgar quantas pessoas morreram todos os anos e também instalou placas que buscam fazer as pessoas repensarem o que estão para fazer e procurar ajuda. O mês de maior número de suicídios no Japão é março, o fim do ano fiscal no país.




Existe uma lenda urbana de que pessoas que não conseguiram se suicidar no Jukai e se sentindo envergonhados e incapazes de voltar à sociedade, teriam se reunido e fundado uma miserável aldeia nas profundezas da floresta. Devido ao medo, até hoje a suposta aldeia nunca teria sido visitada por exploradores urbanos.







É comum que suicidas passem vários dias e noites em veículos ou em barracas, enquanto pensam na sua última decisão.
É proibida a construção de casas na floresta de Aokigahara, no entanto, as construídas há mais de 40 anos, podem ser utilizadas normalmente, como estas da imagem que estão próximas à uma das entradas.










Macacos garçons no restaurante Kayabukiya de Utsunomiya





O Kayabukiya Tavern ( 居酒屋かやぶき izakaya kayabuki ) é um bar no estilo tradicional japonês. O bar fica na cidade de Utsunomiya, no Japão. 
Seu proprietário Kaoru Otsuka, encontrou uma forma diferente de atender os clientes, dois macacos Yat-chan e Fuku-chan, são encarregados de servir bebidas e toalhas quentes para os clientes limparem suas mãos.





O dono do restaurante, informou que não ensinou os macacos, Yat-chan aprendeu a trabalhar, apenas observando. Otsuka disse: "Tudo começou um dia, quando eu dei a ele uma toalha quente por curiosidade e ele trouxe a toalha para o cliente." O macaque mais novo, chamado Fuku-chan, é atualmente quatro anos e tem como principal dever de levar os participantes toalhas quentes para limpar as mãos antes de pedir bebidas. Fuku-chan tem apenas dois anos de experiência, enquanto Yat-chan teria sido a realização do trabalho por um longo tempo.

Otsuka san, diz ter a intenção de contratar mais macacos ara trabalhar em seu restaurante.

O restaurante também foi destaque em uma série americana, no terceiro episódio da segunda temporada de I Survived a Japanese Game Show.





O estabelecimento foi adaptado para os macaquinhos, e o ambiente foi inspecionado para garantir o tratamento adequado dos animais.Cada um dos animais trabalha somente duas horas por dia, de acordo com norma estabelecida pelas leis de proteção dos animais do Japão.
Quer conhecer? 
Endereço: Prefeitura de Tochigi Utsunomiya Cidade Miyuki Honcho 4688



terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

建国記念の日 - Kenkoku Kinenbi dia da Fundação Nacional do Japão

   No dia 11 de fevereiro comemora-se com feriado nacional, o dia da Fundação Nacional do Japão.
建国記念の日 - Kenkoku Kinenbi é o dia para celebrar o patriotismo e homenagear a família imperial.
   Essa data não é comprovada, ela é baseada em lendas e, em um dos registros mais antigos da história japonesa, o livro Nihonshoki. A origem da comemoração se deu por volta do ano 660 aC, quando o primeiro imperador japonês Jimmu, assumiu o poder. No entantanto, essa data só foi oficialmente reconhecida como feriado em 11 de fevereiro em 1872, durante o Período Meiji.
   Uma antiga lenda diz que Jinmu Tenno, que antes de proclamar-se imperador chamava-se Kamuyamato Iwarehiko, é descendente direto da deusa xintoísta Amaterasu (Deusa do Sol), de acordo o Nihonshoki.
   Jinmu cresceu na província de Miyazaki, governou a região de Kyushu e quando atingiu os quarenta anos, dirigiu-se para o Porto Mimitsu, no centro do Japão. Apesar das dificuldades, chegou à Yamato, atualmente Nara, onde construiu o primeiro palácio imperial e subiu ao trono, tornando-se o primeiro imperador do Japão.
Pintura retratando o
Imperador Jinmu
   Para maioria dos japoneses a data também significa reflexão, esforço e comprometimento na construção do futuro do Japão, baseados nos mitos, cultura e tradição.



   Mesmo não sendo confirmada por historiadores a existencia do imperador Jinmu, a Casa Imperial do Japão se baseia nos descendentes diretos de Jimmu, os japoneses sentem orgulho da Família Imperial, e tradicionalmente prestam homenagem aos “descendentes do Imperador Jinmu” na data em que é celebrado o dia da fundação do pais.
   Kenkoku Kinen no Hi é o dia onde eles podem mostrar o patriotismo e o respeito ao país onde nasceram, o orgulho de ser japonês. Mas infelizmente toda essa tradição e orgulho milenar, vem perdendo força e a magia entre os jovens, que veem essa data como apenas mais um feriado, um dia pra ficar em casa ou passear.
神武天皇 Imperador Jinmu
imagem que representa o dia da
Fundação do Japão

天照大神 Amaterasu Deusa do fogo Xintoista
representada em forma de Mangá
Amaterasu-ōmikami (天照大神/天照大御神) é uma parte do círculo mitológico japonês e domina o panteão da religião xintoísta. Deusa do sol também do universo. O nome Amaterasu é derivado de Amateru que significa "que brilha no céu." O sentido do seu nome completo, Amaterasu-ōmikami, é "a Grande Deusa Augusta que ilumina o céu".Nasceu do olho esquerdo de Izanagi (伊邪那岐) e domina o panteão xintoista, em que figura um certo número de personificações das forças naturais. É representada empunhando um disco solar. O Kojiki (古事記), o documento mais antigo sobre a história do Japão não usava pronomes ou gêneros. Alguns livros como Hotsuma Tsutae descrevia a divindade como homem."Amaterasu vivia em uma gruta, em companhia de suas criadas, que lhes teciam cotidianamente um quimono da cor do tempo. Todos os dias de manhã, ela saía para iluminar a Terra. Até o dia em que seu irmão, Susanoo, (deus do Oceano) em um acesso de fúria destruiu os campos de arroz (em outra versão descreve a ira de Deus, após uma negociação fracassada para remediar uma disputa entre os três irmãos de Amaterasu). Susanoo, insatisfeito, jogou um cavalo morto celestial sobre os teares das criadas tecelãs. Assustadas, elas se atropelaram, e uma delas morreu, perfurada por sua própria lançadeira. A deusa Amaterasu não apreciou a brincadeira. Zangada, recolheu-se em sua caverna celestial e a luz desapareceu. O mundo congelou e os campos murcharam. E o pânico foi semeado até no céu, onde viviam os deuses e deusas, que como os humanos, também não enxergavam nada. Os deuses temendo a escuridão eterna organizaram uma festa na entrada da caverna. Eles se reuniram e bolaram uma estratagema. O deus da inteligência, Omoikane, pediu a todos que comparecessem ao redor da caverna e colocar um espelho apontando para a entrada. Pediram a Uzume, a mais engraçada das deusas, que os distraísse diante da gruta fechada em que Amaterasu estava amuada. Uzume não usou de meios termos: pôs-se a dançar provocantemente, exibindo suas partes íntimas com caretas irresistíveis. Estava tão divertida que os deuses desataram na gargalhada... Curiosa, Amaterasu não aguentou: entreabriu a pedra que fechava a gruta, e os deuses lhe direcionaram um espelho onde ela viu uma mulher esplêndida. Surpresa, ela se adiantou. Então os deuses agarraram-na e Amaterasu saiu para sempre de sua caverna celestial, e assim o mundo estava salvo."

Fonte de referencia para história de Amaterasu: Wikipedia

domingo, 7 de dezembro de 2014

Tokyo Auto Salão 2015

   O Tokyo Auto Salão 2015 será realizado nos dias 09 de janeiro (sexta), 10 (sábado) e 11 (domingo).
   O evento está na 33 edição sendo um dos maiores da Asia a apresentar carros Tuning e acessórios.
                                                                                             Saiba mais e veja mais fotos clicando aqui

domingo, 23 de novembro de 2014

JOSO RECEBE CICLO DE PALESTRAS COM A PSICÓLOGA CARLA BARROS



Palestra realizada em Joso

   A cidade de Joso recebeu nesse domingo 23 de novembro, a psicóloga Carla Barros. Cerca de 30 pessoas estiveram presentes na palestra "O desafio de educar entre duas culturas", que foi realizado no Ishige Sougou Fukushi Center.
   Algumas das pessoas presentes, já participaram de palestras realizadas pela Dra Carla no ano passado, e no começo desse ano, e ao final da palestra, no espaço aberto para as pessoas tirarem suas dúvidas e fazerem perguntas, isso se mostrou resultado positivo. Algumas pessoas vencendo a timidez, falaram sobre suas dificuldades familiares, e como conseguiram resultados seguindo as orientações da psicóloga.
   Uma das mães presentes levantou uma questão inusitada na comunidade, ela contou que é brasileira e casada com peruano, e que para poder preservar os idiomas e culturas dos dois países, optou pela alfabetização em casa, sugeriu a criação de grupos para troca de informações, educação e criação. Completou dizendo que essa prática é muito comum entre outras comunidades, mas ainda desconhecida pela maioria dos brasileiros. A psicóloga Carla falou da importância da socialização que ocorre no convívio em grupo nas escolas, e ressaltou que os grupos sugeridos pela mãe, são construtivos e importantes na comunidade. Dra Carla se comprometeu a estudar mais sobre alfabetização em casa, e assim trocar mais informações com as mães que optam por esse caminho.
Dra Carla Barros

     Dra Carla Barros disse estar satisfeita com o resultado que vem alcançando com o ciclo de palestras. Enfatizou sobre as respostas das pessoas que já assistiram suas palestras anteriores, e que sente-se realizada quando as pessoas a procuram e dizendo, "Poxa, a gente passava por isso e não sabia o caminho" ou, "Eu fiz isso que você falou, e o resultado foi tal", a psicóloga acredita que isso seja a confirmação de que seu trabalho está coerente com a realidade da comunidade. Dra Carla agradeceu o apoio dos patrocinadores e parceiros, disse que tudo só está sendo possível, por essas pessoas acreditarem em seu projeto.
   Carla falou que esse projeto nasceu em 2012, quando foi procurada pela Aline Higa, que veio com a proposta de atendimento para a comunidade, vindo de encontro com um projeto já idealizado por ela, que seria atendimento a brasileiros retornados, mas que até aquele momento ainda não estava em prática. Carla Barros disse que a cada projeto concuído, surgem novas ideias, e fica feliz por ter a certeza de estar no caminho certo para ajudar a comunidade brasileira no Japão, e que a satisfação de ver famílias solucionando problemas, e vivendo em harmonia, é a realização do seu trabalho.


Aline Higa
    Aline Higa é a coordenadora geral do projeto, que vai além do ciclo de palestras, mas que também conta com atendimento presencial da psicóloga Carla Barros, treinamento para empresas e reuniões com grupos fechados.
   Aline conheceu a Dra Carla através de uma pessoa que era paciente da psicóloga. Em uma conversa com Carla em 2012, Aline comentou sobre a carência da comunidade na área psicológica, por gostar muito de palestras, sugeriu a ideia do ciclo de palestras, pois assim poderiam ajudar muitas pessoas.
   As primeiras palestras foram realizadas em 2013, com os temas educação de filhos, relacionamento familiar e liderança.
   Em março e abriu deste ano, foi realizado o primeiro ciclo de palestras em Achi-ken, Ibaraki-ken e Gunma-ken. Mesmo com a ida da Dra Carla para o Brasil, decidiram continuar com o ciclo de palestras, pois acreditam que ainda existam muitos temas e problemas para serem abordados, e assim também poderem atender outras regiões.
   Aline que é uma das fundadoras do GuiaJP, faz questão de frisar que, não tem interesse comercial com as palestras, e que sua empresa entra apenas como patrocinadora do projeto, falou também sobre a dificuldade de se conseguir apoio e patrocínio, pois as palestras não reúnem grande número de pessoas como eventos de entretenimento, e compreende a dificuldade das empresas que passam por momentos difíceis com a crise na economia japonesa, e a diminuição dos brasileiros residentes no Japão. A coordenadora agradece as empresas patrocinadoras, pois sabe que elas realmente acreditam no projeto, e não estão simplesmente preocupadas em divulgar suas marcas.
   O projeto já recebeu convites de pessoas de outras províncias, oferecendo apoio e parceria, mas para levar o projeto para cidades mais distantes, é preciso o apoio de empresas patrocinadoras.

Mayumi Uemura
   Mayuni Uemura é diretora da escola Opção de Mitsukaido, e atua como colaboradora na organização do projeto.
   A preocupação com a educação das crianças, e a harmonia no convívio entre pais e filhos, foi o que mais motivou ela a apoiar o projeto.
   Mayumi falou da importância da palestra para que os pais entendam melhor seus filhos. Citou a própria família como exemplo, como conseguiu se aproximar mais das filhas depois da ajuda da psicóloga Carla. Como educadora falou do quanto as crianças sentem a ausência dos pais, mas muitas vezes não se expressam com palavras, mas através de desenhos, atitudes e olhares, que muitas vezes é percebido mais facilmente pelos professores,  por passarem mais tempo com a criança, do que os próprios pais.

Sala de recreação para as crianças
   Os pais com filhos pequenos contaram com uma área de recreação. As crianças puderam se divertir fazendo e colorindo desenhos, além de terem a oportunidade a aprenderem algumas palavras em inglês com monitores voluntários da European School, que também é uma das empresas patrocinadoras do projeto.


Sayuri, Mayumi e Michel

   Sayuri e Michel são professores de inglês na European School da cidade de Tsukuba, e também dão aulas em Mitsukaido. Os dois foram monitores voluntários na área de recreação para crianças.




Jorge Fujise


   Jorge Fujise da NPO Comunidade é um dos colaboradores do projeto. Jorge contou que a NPO, não tem vínculos com empresas, mas mantém contatos com varias instituições da região de Joso, buscando sempre conseguir soluções para a comunidade.
A NPO Comunidade iniciou suas atividades com assistência trabalhista para brasileiros, e hoje conta com japoneses que passaram a fazer parte do grupo, e seus serviços são bem diversificados em relação a ajuda para a comunidade brasileira.




Assista o vídeo com a entrevista da Dra Carla Barros na palestra realizada em Mooka, Tochige






sexta-feira, 21 de novembro de 2014

O Kiyomizu-dera Kyoto

O Kiyomizu-dera (清水寺), Otowa-san Kiyomizu-dera (音羽山清水寺), é um templo budista, localizado no distrito de Higashiyama, a leste de Kyoto, no Japão. Foi fundado no ano de 798.
O templo faz parte dos monumentos históricos da Antiga Quioto e é património Mundial da UNESCO

Não há um único prego usado em toda a estrutura. O templo leva o nome da cachoeira que existe dentro do complexo, nas colinas próximas. Kiyomizu significa água clara ou água pura.

O salão principal tem uma grande varanda, apoiado por pilares altos, que se projetam sobre a encosta e oferece uma vista impressionante da cidade. Grandes varandas e salões foram construídos durante o período Edo para acomodar um grande número de peregrinos. 

A expressão popular "para saltar de Kiyomizu" refere-se ao período Edo, que uma tradição dizia que se sobrevivesse ao salto de 13 metros, seu desejo seria concedido. Duzentos e trinta e quatro saltos foram registrados nesse período, 85,4% sobreviveram. A prática é agora proibida.

Sob o salão principal está a cachoeira Otowa, onde três canais de água caem até uma lagoa. Os visitantes podem beber essa água, que acredita-se ter poderes de conceder desejos.

O complexo do templo inclui vários outros santuários, entre eles o Santuário Jishu, dedicada a Ōkuninushi, deus do amor e "bons jogos". Jishu Santuário possui um par de pedras, "pedras do amor" colocadas a distância de 20 metros uma da outra, os visitantes podem tentar andar entre essas pedras com os olhos fechados, se alcançar a outra pedra, encontrará o amor verdadeiro. Sendo um casal, o parceiro pode ajudar a outra também.

O complexo também oferece vários talismãs, incenso e omikuji (fortunas de papel). O local é particularmente popular durante os festivais (especialmente no Ano Novo e durante Obon no verão), quando inúmeras barracas vendem comidas tradicionais, e lembraninhas. 

Em 2007, Kiyomizu-dera foi um dos 21 finalistas para as Novas Sete Maravilhas do Mundo. No entanto, ele não foi escolhido.






Fonte de pesquisa: Wikipedia
Fotos: Internet



Psicóloga Carla Barros


"O Desafio de Educar entre Duas Culturas", esse foi o tema da palestra apresentada pela Psicóloga Carla Barros dia 16 de novembro em Mooka-shi, na província de Tochige.
Mooka foi a primeira cidade a receber a palestra que faz parte de um ciclo que passará por quatro províncias.
A Psicóloga Carla Barros abriu a palestra falando sobre ser mãe de duas filhas, e do tempo que morou no Japão, "Eu também sou mãe e tenho duas filhas, uma de 21 e outra de 12 anos. Claro que tenho o conhecimento que a psicologia me traz, mas junto com isso tenho também a vivência de ser mãe no Japão. Apesar de não ser descendente de japonês, pude morar aqui com as minhas filhas, e não só atendendo a comunidade, mas sentindo na pele o que todo o estrangeiro passa por aqui. Isso tudo agrega muito ao meu conhecimento teórico como psicóloga. E é isso que vou tentar passar a vocês"
Durante a palestra foram abordados temas baseados no cotidiano das famílias, como a educação dos filhos e a convivência familiar. 
Ao longo da palestra a psicóloga falou sobre fatores que podem influenciar na educação dos filhos como, planejamento de tempo e horários, afetados diretamente por causa das horas excessivas de trabalho, problemas financeiros e a própria vinda para o Japão.
Carla Barros também falou sobre a importância de estimular a independência das crianças desde bebes, e salientou que a superproteção dos filhos pelos pais, pode gerar problemas na adolescência e na vida adulta. 
Ao final da palestra foi aberto um espaço para que as pessoas presentes pudessem tirar suas dúvidas e fazer perguntas.
Um dos participantes elogiou a palestra, e a forma que o assunto foi conduzido pela psicóloga Carla. Falou também da importância de uma orientação profissional, e complementou relatando o problema vivido com um dos seus filhos, e que mesmo sendo ele e a esposa, professores e educadores, não souberam lidar com o problema na época, e que se tivessem procurado ajuda profissional, não enfrentariam tantos problemas que refletem até hoje.
Outra participante falou do problema vivido pela família, em que um dos membros, mesmo sendo filho de brasileiro, e japonesa criada no Brasil, foi criado como japonês, sendo proibido até mesmo o uso do idioma português, e hoje enfrenta problemas de depressão, e que agravado por influência de amizades erradas, sofre com a dependêcia de remédios. Esse tema levantou outro problema que tem se tornado comum no Japão, em que jovens e adolescentes procuram por psicólogos e psiquiatras, alegando depressão, e dessa forma manipulam as consultas para conseguirem remédios, dos quais muitos já se tornaram dependentes. 
A psicóloga Carla Barros orientou que os brasileiros procurem por profissionais brasileiros, pois a forma de consulta e tratamento são diferentes entre as duas culturas.
Carla Barros falou ao canal Comunidade Ativa Japão, que mesmo tendo voltado a morar no Brasil, continua atendendo os brasileiros residentes no Japão através da internet, e que por conta disso mantém o fuso horário japonês. Carla disse que pretende vir ao Japão uma vez por ano, levando as palestras para ouras províncias, e também poder prestar atendimento presencial em alguns casos especiais.
A psicóloga convidou os brasileiros a participarem das próximas palestra que serão realizadas em Joso Ibaraki no dia 23 de novembro a partir das 10h00, em Kanagawa Yokohama dia 29 de novembro a partir das 14h00 e em Oizumi Gunma dia 30 de novembro a partir das 14h00.
Para mais informações clique no link a baixo:

https://www.facebook.com/ComunidadeAtivaJapao/photos/pb.527463050652689.-2207520000.1416408434./748202775245381/?type=3&theater

Para conhecer mais sobre o trabalho da psicóloga Carla Barros, e poder entrar em contato com ela, acesse e curta sua pagina no Facebook
https://www.facebook.com/psicologacarlaamaralbarros?fref=ts
Palestra com a Psicóloga Carla Barros
Confira mais fotos